Ana Marcos nasce em Lisboa numa sexta-feira de Sol sob o signo de Peixes. Ainda pequena ruma a África onde passa a sua infância e parte da sua adolescência em contacto com todo o Continente Mãe. De volta a Portugal forma-se em Investigação Social, enveredando mais tarde por um Mestrado em Estudos Asiáticos onde estudou profundamente História e Filosofia Indiana, Religiões Asiáticas, Cultura e Língua Árabe.
Trabalhou em várias profissões, desde Técnica de Reabilitação Social, passando pela Coordenação de Projectos afectos à Comissão Europeia, até a Assistente de Bordo, profissão que a levou ao encontro de diferentes povos, culturas, filosofias, religiões, aprendizagens do Mundo e da Vida.
Aos 26 anos é-lhe diagnosticada uma doença que se apresentara como fatal, da qual se libertou através do Reiki, da energia do Amor e das palavras de Luz daquele que se tornaria para sempre o seu Mestre: Bhagwan Shree Rajneesh, Osho.
A partir desse momento dedica-se totalmente ao Estudo do outro lado da Vida, indo ao encontro de vários Mestres, vários Ashrams, frequentando formações em várias áreas, quer em Portugal, quer no estrangeiro, continuando sempre a viagem da Aprendizagem e do Auto-Conhecimento.
Neste momento é Terapeuta/Mestre de Reiki Tradicional pela Association Universelle de Reiki (Canadá) e Terapeuta/Mestre de Karuna Reiki pelo International Center for Reiki Training (USA), facilitando cursos e consultas em todo o país e estrangeiro.
É também Instrutora de Yoga formada pelo Gayatri-Centro de Yoga (Portugal) e Instrutora de Yoga Voluntária em Centros de Dia para a Terceira Idade, facilitadora das Meditações Activas de Osho e professora do Curso criado por si a partir dos seus estudos e da sua experiência: O poder dos Chakras – da Alquimia pessoal à desaprendizagem da doença.
Ana é também Voluntária em várias Associações de acolhimento a Animais, em vários projectos de Ecologia e no ensino da Língua Árabe numa Universidade Sénior. Porque tal como a própria diz – os nossos braços têm de corresponder ao que a nossa boca diz, se ensino a paz tenho de a viver, se ensino o Amor tenho de o viver e para isso há sempre tempo, porque o tempo é do tamanho do coração: elástico, tendo sempre espaço para mais alguém, mais alguma experiência, mais alguma aprendizagem, mais alguma partilha.